Ricardo Martins
11/03/2019
SPORTING!

Clube distinto e respeitável do século passado, com 113 anos de história, eclético e democrático.
A composição plural confunde algumas mentes apaixonadas entre a emoção e a razão.
Castas e escalões etários pulverizam os debates mais acesos à conta de visões e estruturas lógicas angulares.
Os marialvas, baseados na essência campesina, dominadora e aristocrática, os urbanos de alvalade e bairros afins, e os migrantes com vivências internacionais mais empresariais de natureza proprietária e/ou accionista.
Todos querem o melhor do Clube…vencer e convencer!

Jovens e claques impulsivos e de sangue na guelrra querem vitórias já e agora…se possível esmagadoras e/ou provocantes. Disputa de tudo!

Adeptos de meia idade e sócios nos quarenta aguardam pelo momento da viragem no estilo décadas de hegemonia à procura de títulos desde que nasceram e cresceram.

Os menos jovens com emblemas de cinquenta ou mais anos, maduramente recordam os cinco violinos cujo objectivo único era saber por quantos se ganham já que a vitória era garantida.

Nunca abdicando dos princípios dos fundadores mas sempre respeitando a evolução das modalidades e tecnologias, conjunturas e globalização, há que adaptar e flexibilizar mecanismos desportivos e investimentos.
Não interessa como nem com quem…venha o salvador…João Rocha um ícone de todos como o pavilhão bem personaliza!

O SPORTING é um Clube único onde a SGPS, SAD e os métodos de “governence” são muito disputados por gente muito habilitada e instruída mas condicionada por valores e educação distinta, respeitáveis mas “antagónicos”.
A encruzilhada é: ou se ganha já, ou se aliena/vende –
estar entre os melhores do país, do continente ou do mundo global é motivo de orgulho desde que por meios e valores morais saudáveis.

Seria preferível o envolvimento humano e o destaque comportamental(?), às ciladas dos novos mecanismos de engenharia tóxica(?)com contradições, por vezes insanáveis(?).

O SPORTING é verde e branco com riscas horizontais aceitando o marketing da moda desde que outras côres como o vermelho e azul possam ser um acessório tipo rebordo. Mas há quem não aceite as botas “vermelhas”.
O leão tem língua e não é verde. Fundamentalismo? Encher tudo de verde é matriz ou aceita-se combinações estéticas inovadoras…

Saudações Leoninas!
Viva o SPORTING!

 

 

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